Há décadas, as empresas influentes eram aquelas
com acesso a recursos, ou seja: dinheiro, máquinas, tecnologia. Muitas dessas empresas não existem mais.
Hoje, o que define influência é basicamente a agilidade que as empresas têm de agir, errar, acertar e reagir ao mercado, somado ao seu poder de alianças.
Por isso que empresas tão “pequenas” impactam tanto o mundo que vivemos.
O potencial da Indústria 4.0 não está concentrado em uma região do mundo, ou uma indústria específica. O potencial da Indústria 4.0 está na nossa capacidade intelectual de criar novas relações de trabalho, com pessoas e as coisas.
Quando olhamos o descritivo das quatro características necessárias para que o conceito completo da Indústria 4.0 seja existente, é necessário buscar 100% de match com as características da própria solução que as empresas estão buscando.
Sendo elas:
(1) Interoperabilidade, ou seja, a capacidade de equipamentos, pessoas, sensores, dispositivos de se comunicarem e conectarem entre si;
(2) Transparência de informação: habilidade de sistemas criarem cópias digitais do mundo físico para enriquecer modelos e a previsibilidade. O que demanda desde coleta de dados brutos, até alta capacidade de análises de dados complexos;
(3) Assistência técnica: tanto a habilidade do sistema de suportar tomada de decisão e solução de problemas no curtíssimo tempo, através da visualização amigável das informações e entendimento do contexto. Quanto para cyber-físico suportar humanos em trabalhos perigosos, cansativos e repetitivos;
(4) Decisões descentralizadas, sendo a habilidade do sistema cyber-físico tomar decisões de forma mais autônoma possível, escalando apenas em situações de conflitos e que demandam decisões realmente humanas.
De acordo com dados da CNI de 2018, 43% da indústria nacional não tem consciência de como alavancar competitividade por meio de sua tecnologia existente.
Diante desse contexto, estudos com as projeções dos potenciais mínimos e máximos que essas novas tecnologias ligadas à Indústria 4.0 poderá trazer para o Brasil em 2025, baseados em estudos da McKinsey, dados do BC e outras entidades com credibilidade.
Esse estudo considera 9 possíveis dimensões em que essas tecnologias podem ser incorporadas e também mostra um range entre mínimo e máximo potencial, considerando algumas variáveis importantes:

A primeira é que a prática do desapego aos modelos tradicionais seja efetivamente exercitada. Não só desapego em desafiar questões de inovação e produto, mas mais ainda, em processos e rotinas.
A segunda atitude é a intolerância à inércia… O começar a se movimentar em direção de um alvo ainda não claro pode ser congelante para empresas tradicionais, aqui precisa ficar a ousadia de romper a inércia inúmeras vezes até chegarmos lá.
O mercado de IoT (Internet of Things) tem se mostrado bastante promissor, apesar do fato de haver poucas entidades capazes de realmente entender e mensurar tal oportunidade com alguma precisão.
Apesar da variabilidade das estimativas encontradas para mensurar o potencial econômico e financeiro do mercado de IoT no mundo e no Brasil, a mais pessimista das projeções demonstra um mercado assustadoramente atrativo.
Projeções demonstram que teremos mais de 50 bilhões de coisas ligadas na internet, interagindo entre si e alimentando big data para tomadas de decisões que melhoram os processos produtivos e eliminam desperdícios.
DA NECESSIDADE DE TRANSFORMAÇÃO
O potencial que é gerado pela 4ª Revolução Industrial / indústria 4.0, é ainda exponenciado pelo ambiente VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) em que vivemos, as indústrias têm percebido que buscar soluções que aumentem sua capacidade produtiva, segurança, qualidade com eficiência e estratégia para seus negócios, ao mesmo tempo que gerem maior rentabilidade (Ebitda/Lucro), passou a ser uma questão de sobrevivência e não mais diferencial.
A intensidade dos atributos do VUCA, tem migrado a busca de soluções fragmentadas na cadeia produtiva da indústria, por soluções que integrem e tragam efetivos resultados, de maneira que possam integrar toda essa cadeia “End to End”. ou seja, da operação até a relação com seus clientes.
Uma das grandes dores no ambiente industrial são as de reduzir os custos e ao mesmo tempo de aumentar a eficiência de forma global “Alta Performance” o que exige grandes esforços e um nível bastante elevado de maturidade dos processos e da equipe, além de alto sincronismo com a gestão e diretrizes da empresa.
As industriais estão buscando cada vez mais por soluções que integrem e entreguem a Estratégia/Metas de forma global da indústria para o controle onde os inputs serão as metas e as novas tecnologias cuidarão de otimizar toda a planta de forma global entregando a máxima performance na operação como um todo.
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